Saudades galera!!!


Boa noite galera!! Passando só pra avisar que estamos de volta com nosso blog... Gostaria muito que vocês mandassem sugestões de textos ou imagens pra postarmos aqui! Conto com a colaboração de vocês pra nossa divulgação...
Lembrando que nesse sábado (07/07) teremos reunião dos adolescentes lá na Igreja Batista Getsêmani missão Pe. Eustáquio (Av. Ivaí, 120 - Dom Bosco), e nesse mesmo dia teremos os preparativos da inauguração do novo templo... Estaremos vendendo as camisas da UGA! Por favor, não faltem!!! 

Estou deixando a vocês, um texto bem bacana sobre os propósitos da Igreja, escrito pelo meu professor de português Jonas Barbosa (https://twitter.com/#!/jonaspbarbosa), Espero que gostem!

Bom fim de semana a todos...
Beijinhos.

Uma igreja com propósitos


É assim que chamarão nossa Igreja: Uma Igreja com propósitos.
Uma Igreja sem propósitos está predestinada a fracassar em sua missão primordial quanto ao resgate dos perdidos. Uma Igreja sem propósitos é uma igreja sem metas, sem objetivos, sem direção e sem uma missão. Portanto, uma Igreja com propósitos é uma igreja que sabe definir suas metas, sabe planejar seus objetivos e tendo uma sábia direção, a missão tornar-se-á possível, pois não há impossível para Deus (Gn. 18:14a).
A Palavra é clara ao dizer que “assim como é o sacerdote, é o povo” (Os. 4:9a), ou seja, a igreja, o povo é uma extensão exata do altar. Se no altar há fogo, haverá fogo no pátio e no arraial onde o povo se encontra. Se há ausência de fogo no altar, o pátio e o arraial irá se dispersar a procura de alguma faísca de fogo e o risco de se encontrar fogo estranho por aí é muito grande.
Em cartas enviadas às sete Igrejas da Ásia a Palavra também é clara em nos revelar a quem essas cartas foram dirigidas: Ao anjo da igreja em Éfeso (Ap. 2:1); ao anjo da igreja em Esmirna (Ap.2:8); ao anjo da igreja em Pérgamo (Ap. 2:12); ao anjo da igreja em Tiatira (Ap. 2:18); ao anjo da igreja em Sardes (Ap.3:1); ao anjo da igreja em Filadélfia (Ap. 3:7) e ao anjo da igreja em Laodicéia (Ap. 3:14). Todas as cartas forma dirigidas aos pastores dessas igrejas.
Aqui aprendemos uma lição: quando Deus tem algo para ser revelado, Ele busca comunicar aos seus líderes primeiro. “Ouçam as minhas palavras; Quando entre vocês há um profeta do Senhor, a ele me revelo em visões, em sonhos falo com ele. Não é assim, porém, com meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa. Com ele falo face a face, claramente, e não por enigmas; e ele vê a forma do Senhor.” (Nm. 12:6-8 Essa passagem é muito conhecida quando se fala sobre rebelião, todavia, há uma verdade incontestável que podemos encontrar nesses versículos além do mote rebelião. É quando Deus revela “(...) Com ele Moisés falo face a face, claramente, e não por enigmas (...)”. Eu posso ser o melhor crente do mundo, porém, quando Deus quer revelar algo que irá fazer ou que Ele quer pedir ao seu povo, Ele jamais irá procurar pelo melhor crente do mundo, nem também falará por boca de profeta (embora seja esse um canal entre Deus e o povo), mas fará conhecido o seu intento a um líder espiritual do povo, ou seja, ao anjo que está na igreja em Governador Valadares, ao anjo que está na igreja em Nova Lima, ao anjo que está na igreja em Belo Horizonte, ao anjo que está na igreja em Araguaína, ao anjo da igreja que está em Manaus e ao anjo que está na igreja no Distrito Federal.
Ele fala aos anjos – aos responsáveis por um rebanho, seja ele grande ou pequeno, não importa.
Quero compartilhar com vocês uma das mensagens mais desafiadoras que já ouvi nesses últimos anos de vida cristã. Desde a introdução do sermão expositivo fomos confrontados até à conclusão do mesmo. O texto foi baseado no livro de Mc. 9:14-29 "A cura de um menino endemoninhado" O episódio é do pai que leva seu filho até Jesus para que o Mestre o curasse de certa enfermidade provocada por espírito que o impedia de falar após uma tentativa frustrada dos discípulos de exorcismar os espíritos malignos que atuava no corpo daquela criança.
Mas a passagem é bem intrigante em alguns aspectos. Vejamos o verso que introduz a história: “Quando chegaram onde estavam os outros discípulos, viram uma grande multidão ao redor deles e os mestres da lei discutindo com eles (...) Perguntou Jesus: O que vocês estão discutindo? Bem nem os discípulos respondem a Jesus e aparece um homem no meio da multidão e apresenta o caso de seu filho alegando que nem mesmo os discípulos (será que discursavam com os mestres da lei os passos observados para uma libertação completa? Acho pouco provável...) puderam ajuda-lo,e completa “Se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos”
Primeiro ponto salientado pelo nosso pastor: Por qual motivo você tem vindo à Presença de Deus? Aquele homem tinha um motivo plausível: a cura de seu filho. E é grande o interesse das pessoas em receber curas, prosperidade, respostas de alguma petição, bênçãos, etc, etc, etc... É errado isso? Não... ressalta nosso pastor!!! E o seu motivo? Qual é?? O que te tem trago à igreja todos esses anos? É claro que o ambiente fraternal é maravilhoso, o clima de unção é contagiante... Mas olha... Não é tudo. Precisa haver um motivo para ir até à presença de Deus.
Um ponto curioso da mensagem nesse tópico: aprendi que até mesmo satanás quando se apresenta diante de Deus, ele o faz com um propósito. Lembrem-se do caso de Jó? Num dia em que os filhos de Deus vieram se apresentar perante o Senhor, veio no meio deles satanás (Jó 1:6-12). E ele veio com um propósito e o restante do livro de Jó revela-nos esse propósito.

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